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:: 25.9.09 ::
Nano
Não há conclusão
Mutilamos o alcance de nosso raciocínio
A inércia horripilante se torna o ópio que rege o maquinário vital
Os dias se repetem, se repetem, se repetem, se repetem...
Não há mais genialidade neste ócio
Nem conforto na idéia do trabalho
As horas são iguais, pessoas iguais, lugares iguais...
Não há mais porquê despertar
O desinteresse já atinge o inconsciente
Os sonhos são os mesmos, as loucuras as mesmas, os pesadelos os mesmos...
Borrado na imagem longínqua que compõe o cenário desimportante
Dissolvido na massa alienada que transita coadjuvante
Derretido entre fragmentos que não mais possuem uso em macro
Me sinto normal, de aspecto normal, sentimentos normais...
:: Tomaz Sá 12:17 PM [+] ::
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